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Apostila Professor de Educação Básica I Peb I 

Concurso Prefeitura de Sorocaba 2019/2020

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Conteúdo:

Língua Portuguesa: Leitura e interpretação de diversos tipos de textos (literários e não literários). Sinônimos e antônimos. Sentido próprio e figurado das palavras. Pontuação. Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, artigo, pronome, verbo, advérbio, preposição e conjunção: emprego e sentido que imprimem às relações que estabelecem. Concordância verbal e nominal. Regência verbal e nominal. Colocação pronominal. Crase.

Matemática: Resolução de situações-problema, envolvendo: adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação ou radiciação com números reais, nas suas possíveis representações; Mínimo múltiplo comum; Máximo divisor comum; Porcentagem; Razão e proporção; Regra de três simples ou composta; Equações do 1.º ou do 2.º graus; Sistema de equações do 1.º grau; Grandezas e medidas – quantidade, tempo, comprimento, superfície, capacidade e massa; Relação entre grandezas – tabela ou gráfico; Tratamento da informação – médias aritméticas; Noções de Geometria – forma, ângulos, área, perímetro, volume, Teoremas de Pitágoras ou de Tales.

CONHECIMENTOS  PEDAGÒGICOS

ABRAMOWICZ ,Anete; VANDENBROECK, Michel (orgs.). Educação infantil e diferença Campinas, SP: Papirus, 2013.

ARANTES, Valéria Arantes (Org.). Inclusão escolar: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2006. BARBOSA, Maria Carmen S. Por amor e por força: rotinas na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2006.

BLAUTH, Lurdi. Arte e ensino: uma possível educação estética. Em Aberto, Brasília, v. 21, n. 77, p. 9-11, jun. 2007.

BONAMINO, Alicia; SOUSA, Sandra Zákia. Três gerações de avaliação da educação básica no Brasil: interfaces com o currículo da/na escola. Educ. Pesqui.,  São Paulo ,  v. 38, n. 2, June  2012 .   

CALLAI,  Helena  Copetti.  Aprendendo  a  ler  o  mundo:  a  geografia  nos  anos  iniciais  do  ensino fundamental. Cad.    CEDES,     Campinas    ,     v.    25, n.    66, Aug.     2005    .        

CHASSOT, A. Alfabetização Científica: uma possibilidade para a inclusão social. Revista Brasileira de Educação. n22, jan./fev./mar/abr. 2003, P. 89-100.

COLOMER, Teresa. Andar entre livros: a leitura literária na escola. São Paulo: Global, 2007.

ESTEBAN, Maria Teresa (org.). Avaliação: uma prática em busca de novos 5. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.

FARIA, Ana Lúcia Goulart (org.). O coletivo infantil em creches e pré-escolas: falares e saberes. São Paulo: Cortez, 2007

FERREIRO, Emília. Psicogênese da Língua Escrita. Porto Alegre: Artmed, 2011.

KOCH, Ingedore Villaça e ELIAS, Vanda Maria. Ler e Compreender os sentidos do texto. São Paulo: Contexto 2006

FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre Alfabetização. São Paulo: Cortez, 1996.

FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. 23ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Editora Paz e Terra

GADOTTI,   Moacir,   PADILHA,   Paulo   e   CABEZUDO,  Alicia.   Cidade   Educadora   -   Princípios   e Experiências. Editora Cortez

GUSMÃO, Neusa. Desafios da diversidade na escola. Revista Mediações. Londrina, vol.5, n.2,p.9-28, jul/dez.2000.

HERNÁNDEZ, Fernando.; VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. 5ed., Porto Alegre: Artmed, 1998.

HORN, Maria da Graça. Sabores, cores, sons, aromas: a organização dos espaços na educação infantil. Porto Alegre, Artmed, 2004

SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de Identidade: Uma Introdução às Teorias de Currículo.3° Edição. Editora Autêntica. 2010.

KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 13. ed., São Paulo: Cortez, 2010.

LEAL, Telma Ferraz e BRANDÃO, Ana Carolina Perrusi (Orgs.). Produção de textos na escola reflexões e práticas no ensino fundamental. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.

LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002. MARQUES, Amanda Cristina Teagno Lopes; ALMEIDA, Maria Isabel de. A documentação pedagógica na babordagem italiana: apontamentos a partir de pesquisa bibliográfica. Rev. Diálogo Educ., Curitiba,  v. 12,n.  36, Aug.   2012  .   

MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa. Currículo, diferença cultural e diálogo. Revista Educação & Sociedade, ano XXIII, n.79. Agosto/2002, p. 15-38.

NASCIMENTO, Maria Letícia Barros Pedroso. Tupi or not tupi: escolarização desde o nascimento, a quem serve? Educação não é escolarização... Principalmente quando se trata da educação da pequena infância. LTP, Campinas, v. 31, n. 61, nov. 2013 . 

OLIVEIRA-FORMOSINHO, Júlia; KISHIMOTO, Tizuko Morchida; PINAZZA, Mônica Apezzato (Orgs.).Pedagogias(s) da infância: dialogando com o passado: construindo o futuro. Porto Alegre: Artmed, 2007.

PARRA, Cecília; SAIZ, Irma (Orgs.). Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre: ArtMed, 1996.

RIVOLTELLA, Pier Cesare; FANTIN, Monica. Crianças Na Era Digital: Desafios Da Comunicação E Da Educação. Revista de Estudos Universitários,Uniso v.36, n.1, 2010 sentidos. Rio de Janeiro: Editora DP& A, 1999.

SMOLE, Kátia C. S.; DINIZ, Maria Ignez (Orgs.) Ler escrever e resolver problemas: habilidades básicas para aprender matemática. Porto Alegre: Artmed, 2001

SOARES, Magda. Novas práticas de leitura e escrita: letramento na cibercultura. Educ. Soc.,  Campinas ,v. 23, n. 81, dez. 2002 .

SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. Porto Alegre: Artmed, 1998.

SORDI, Mara Regina Lemes de; LUDKE, Menga. Da avaliação da aprendizagem à avaliação institucional: aprendizagens necessárias. Avaliação (Campinas), Sorocaba , v. 14, n. 2, July 2009 . 

VEIGA, Ilma Passos, FONSECA, Marília (orgs.) As dimensões do projeto político-pedagógico. São Paulo: Papirus, 2001.

ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre, Artmed, 1998.

LEGISLAÇÃO

BRASIL. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL – 1988.

(Artigos 5º, 6º; 37 ao 41; 205 ao 214)

BRASIL. LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança do Adolescente – ECA (Artigos 1º a 6º; 15 a 18; 53 a 69; 136 a 137)

BRASIL. Lei Federal 9394/96, de 20/12/96 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. BRASIL. LEI Nº 13.005, DE25 JUNHO DE 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: 1ª. a 4ª. Séries do Ensino Fundamental - Brasília; MEC/SEF, 1997.v. 1 ao 10.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: temas transversais. Brasília: MEC/SEF, 1998. 

BRASIL. LEI Nº 10639/03 DE 9 DE JANEIRO DE 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências. 

BRASIL. LEI Nº 11645/08 DE 10 DE MARÇO DE 2008. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. 

BRASIL. PARECER CNE/CP Nº03, de 10 de março de 2004 - Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Etnicorraciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana. 

BRASIL. RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 17 DE JUNHO DE 2004 - Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro- Brasileira e Africana.

 BRASIL. RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 4, DE 13 DE JULHO DE 2010 - Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.

BRASIL. Resolução CNE/CEB nº 7, de 14 de dezembro de 2010 - Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.

BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação        inclusiva.        Brasília,        MEC/SEESP,        2008.         

BRASIL. RESOLUÇÃO CNE/CEB Noº 1, DE 3 DE ABRIL DE 2002. Institui Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas escolas do campo.

BRASIL. RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 2, DE 28 DE ABRIL DE 2008. Estabelece diretrizes complementares, normas e princípios para o desenvolvimento de políticas públicas de atendimento da Educação Básica do Campo.

BRASIL. Resolução CNE/CEB nº 4, de 2 de outubro de 2009 . Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial.

BRASIL. Resolução  CNE/CEB nº.  1,  de 05 de julho de 2000 – Estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos.

BRASIL. RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 3, DE 15 DE JUNHO DE 2010 - Institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos nos aspectos relativos à duração dos cursos e idade mínima para ingresso nos cursos de EJA; idade mínima e certificação nos exames de EJA; e Educação de Jovens e Adultos desenvolvida por meio da Educação a Distância.

BRASIL. Resolução CNE/CEB nº 3, de 16 de maio de 2012 - Define diretrizes para o atendimento de educação escolar para populações em situação de itinerância.

BRASIL.Resolução CNE/CEB n.° 05, de 17 de dezembro de 2009 – Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.

BRASIL. RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012 - Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos.

BRASIL. RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 2, DE 15 DE JUNHO DE 2012- Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Política Nacional de Educação Infantil: pelo direito das crianças de zero a seis anos à educação. Brasília : MEC, SEB, 2006.

SOROCABA. Lei Municipal n° 4599, de 06/09/94, com alterações pela Lei Municipal n.° 8119, de 29/03/07 - Estabelece o quadro e o plano de carreira do quadro do magistério público municipal de Sorocaba.

SOROCABA. Deliberação CME nº 02/2008, de 28 de outubro de 2008 – Dispõe sobre normas para o atendimento de alunos com necessidades especiais na Rede Municipal de Ensino de Sorocaba. Indicação CME nº 02/2008, de 28 de outubro de 2008 e Resolução SEDU/GS nº 31/2008, de 06 de novembro de 2008.

SOROCABA. Deliberação CME nº 01/2007, de 27 de março de 2007 – Dispõe sobre o atendimento a alunos cujo estado de saúde recomende atividades especiais de aprendizagem e avaliação escolar, Indicação CME nº 01/2007, de 27 de março de 2007 e Resolução SEDU/GS nº 23, de 25 de abril de 2007.

SOROCABA.Deliberação CME nº 01/2001 de 12 de junho de 2001, Indicação CME nº 01/01 de 12 de junho de 2001 e Resolução SEC/GS nº 36/01 de 26 de junho de 2001- Dispõe sobre pedidos de reconsideração e recursos referentes aos resultados finais de avaliação de alunos do ensino fundamental e médio, regular e supletivo do Sistema Municipal de Ensino.

SOROCABA.Deliberação CME nº 02/99 de 26/10/99, Indicação CME nº 03/99 de 26/10/99 e Resolução

SEC/GS nº 69/99 de 03/11/99 – Fixa normas para a operacionalização de avaliação pela escola para a classificação e reclassificação dos alunos das escolas da rede municipal de ensino.

SOROCABA. Deliberação CME 01/2013, de 03 de setembro de 2013, Indicação CME nº 01/2013 - Fixa normas para a operacionalização da regularização da vida escolar de alunos das escolas da rede municipal de ensino.

SOROCABA. Lei Municipal 10.922/2014 - Dispõe sobre a proibição de comunicação mercadológica ao público infantil nos estabelecimentos municipais de ensino da cidade de Sorocaba.

SOROCABA. DECRETO Nº 21.438 de 15 de outubro de 2014 - Diretrizes dos critérios sobre Inscrições no

Cadastro Municipal Unificado para a Educação Infantil – Creche

PUBLICAÇÕES E DOCUMENTOS INSTITUCIONAIS

BRASIL,  Ministério  da  Educação.  Secretaria  da  Educação  Básica.  Brinquedos  e  Brincadeiras  nas

Creches – Manual de Orientação Pedagógica. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2012.

BEAUCHAMP, Jeanete (org). Indagações sobre currículo. Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007. Volumes: Currículo e Desenvolvimento Humano; Educandos e Educadores: seus Direitos e o Currículo; Currículo, Conhecimento e Cultura; Diversidade e Currículo; Currículo e Avaliação.

Gênero e diversidade na escola: formação de professoras/es em Gênero, Sexualidade, Orientação Sexual e Relações Étnico-Raciais/ Org. Maria Elisabete Pereira, Fabíola Rohden ... [et al]. – Brasília/Rio de Janeiro: SPM/CEPESC, 2007 . 

OLIVEIRA, Marta  Khol  de. Jovens e Adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. MEC/UNESCO. Educação como exercício de diversidade. Brasília: Unesco/MEC, Anped, 2005 (Coleção educação para todos; 6).

Gomes, Nilma Lino .Trajetórias Escolares,Corpo Negro E Cabelo Crespo: Reprodução De Estereótipos Ou Ressignificação Cultural? Educação como exercício de diversidade. Brasília: Unesco/MEC, Anped, 2005 (Coleção educação para todos; 6).

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